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The End

Pois é, meus caros.

Tudo que começa precisa terminar e, infelizmente, a Semana de Publicidade não foi exceção. Se você esteve presente durante qualquer um dos cinco dias para assistir às palestras incríveis, conversar com nossos ilustres convidados ou rir de algumas das gafes e problemas técnicos que não poderiam ficar de fora: muitíssimo obrigado.

Podemos enfim dizer, sem sombra de dúvidas, que o evento foi um sucesso – o que é um grande marco, visto que foi organizado pelos próprios alunos de publicidade pela primeira vez. Deu medo? Muito. Foi aterrorizante? Demais. Choramos? Choramos, mas valeu a pena? Com certeza. A participação de cada um dos nossos incríveis professores, palestrantes e colegas de comunicação fez toda a diferença, e esperamos que você, também, tenha levado um pouquinho de conhecimento a mais para casa, nem que seja um tiquinho assim, bem pequenininho mesmo.

Agora não nos resta mais nada a não ser limpar o confete do chão, estourar os balões azuis e amarelos e já começar a nos preparar emocionalmente, pois ano que vem tem mais! Ainda não possuímos a tecnologia para colocar trilha sonora em textões como esse, mas você pode imaginar, se assim quiser, que o DiSanto está sentado em cima do nosso título tocando-lhe uma linda serenata de despedida.

Um forte abraço,

Equipe de comunicação.

                                             

Liberdade Noturno

Professores E Seus Talentos Ocultos

Uma das maiores surpresas da nossa singela Semana de Publicidade foi, sem dúvida, aprender que assim como Clark Kent se transforma em Super-Homem com uma rápida troca de roupa, nossos professores, também, possuem poderes secretos que não aparecem em seus slides de PowerPoint… e eles são muito impressionantes.

A primeira a se revelar foi Patrícia Borges, logo no dia de estreia, com um workshop sobre nada mais, nada menos que a arte da pintura chinesa. Esse estilo tem como característica o uso de traços fortes, marcantes, e a sobreposição de cores claras e escuras. Em uma mesinha com papel, pincel e muita tinta ela realizou, ao vivo e a cores (com total licença para trocadilho) uma verdadeira obra de arte.

Em seguida, na quarta-feira, fomos presenteados pela dupla dinâmica da Cruzeiro do Sul, nosso Batman e Robin, os dois Vingadores que restaram após o estalo, os gigantes e insubstituíveis Ricardo DiSanto e Antônio Gelfusa. Juntos, eles quase derrubaram o teto da universidade com violões e guitarras afinadíssimos. Teve Ozzy, Roxette e até Legião Urbana.

Com tanto talento reunido em um só lugar não há vilão que ameace a comunicação. O futuro da propaganda está a salvo!

Liberdade Noturno

Pois Nem Tudo São Flores…

Sim, sim, nós sabemos.

Por mais que seja divertido ficar conversando sobre o quanto o evento foi um sucesso, marco histórico, a melhor criação desde a batata frita e assim por diante (tudo verdade, inclusive), o que você realmente quer é ouvir sobre as partes que saíram errado e, ei, sério mesmo, não estamos te julgando. Nós entendemos. A vida não teria graça se fosse feita apenas de Pintinho Amarelinho; às vezes é preciso escutar Evidências depois de ficar um pouco mais grogue do que qualquer ser humano deveria e chorar descontroladamente no Uber de volta pra casa. É normal.

Sendo normal, então, conosco não foi diferente. Apesar dos meses (e bota meses nisso!) de planejamento para criar o melhor espaço possível, das noites sem sono, de endinheirar o dono da Red Bull e, enfim, apesar do esforço, na hora “H”, como sempre acontece, também tivemos nossas próprias derrapadas. O mais valioso é que, agora que já passou, pelo menos elas se tornam cômicas… né?

A sofrência começou logo na segunda-feira, com o workshop da queridona Patrícia Borges. Isso é algo que ninguém te conta, mas… é um pouquinho mais difícil de cobrir uma pintura em tempo real do que parece. E é um poucão mais difícil ainda em um auditório grande e cheio de pessoas doidas para enxergá-la! Devido às dificuldades da equipe, a professora teve que finalizar o trabalho enquanto a segunda palestra acontecia, mas o crucial é que o resultado foi 10/10.

E o que falar sobre quarta-feira? Problemas técnicos, problemas técnicos por toda parte! Era imagem que não queria aparecer, som que não queria soar, internet que não queria ligar, YouTube que não queria YouTubar e tudo isso na frente da Anna Sant’Anna e da mestre de eventos Ellen Magalhães! Olha, foram tempos difíceis, mas dizem que dificuldade constrói caráter e, sendo assim, o que podemos aprender com eles?

Podemos aprender que manter a calma é a essência de tudo. Imprevistos são inevitáveis – seja no seu trabalho da faculdade, na sua vida pessoal ou na Semana de Publicidade, mas nunca se esqueça: não faz mal. Tenha um plano A, B, C e D e execute-os da forma mais zen possível, certo de que tudo dará, bem, certo. Cada erro é apenas uma oportunidade para aprendizado, e isso foi o que menos faltou nesses cinco dias.

Esperamos que você tenha gostado desse evento o tanto quanto gostamos de realizá-lo!

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Terceiro dia de bate-papo

Nesse terceiro e ultimo dia de palestra no campus Liberdade período noturno, temos mais convidados falando um pouco sobre esse meio fantástico que é a Publicidade. E a dona da vez é a maravilhosa Cristina Omura, Diretora de mídia da agencia FCB, vejam oque ela acha sobre esse tema abordado durante toda essa semana da Publicidade 4.0.

E por ultimo, mais não menos importante, temos Ellen Magalhães fundadora da Levite Produções, essa excelente profissional da área de eventos, encerra esta noite de palestra transmitindo para nos alunos uma explosão de conhecimento desta área fantástica.

 

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Segundo dia de bate-papo

No segundo dia de palestras teve mais bate-papo sim, agora com Cecília Coutinho, Subdiretora de comunicação externa da Câmara Municipal de São Paulo. Onde nos conta um pouco sobre a comunicação no setor publico.

E não paramos por ai, Eduardo Sani com mais de 16 anos de carreira, além de estar no mercado, o Professor Eduardo fala um pouco sobre mídia programática na segunda palestra do segundo dia da semana da Publicidade 4.0.

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Primeiro dia de bate-papo

Assistam agora a entrevista do Fernando Pereira, profissional de mídia na Agencia Acta Comunicação, onde ele nos conta um pouco sobre as dificuldades e o caminho para execução de um ótimo TCC.

Fiquem agora com a Ana Pérola, mais uma profissional da área de mídia, mais agora representando a Agencia Crânio Comunicação, o segundo grupo  a se apresentar na semana da publicidade Unicsul Liberdade.

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Você Sabe O Que é Mídia Programática ?

Mídia Programática é o futuro da compra de Mídias Online para Display, Vídeo, Mobile, Aplicativos, SmartTv e TV Aberta, agora tudo isso pode ser feito apenas via Software e em tempo real. Os software gera dados mais específicos permitindo que os anúncios sejam mais segmentados, além de conhecer cada passo de compra do seu consumidor final.
No segundo dia da Semana de Publicidade (14/05). Tivemos a honra de saber mais sobre esse conteúdo, com um cara super descolado e inovador Eduardo Sani, Empreendedor serial que já teve 7 empresas entre elas, Uselink, Nightmap, Vuvuzela do Brasil, Programmatic EveryWhere, Trive, EM2 e atualmente é sócio fundador da startup de Mídia Programática Adsplay, que acompanha varias empresas, entre elas estão Acer, Ionz, Microsoft, Johnson&Johnson, Sebrae, Babel Azza, entre outras.
Ficou Interessado em saber mais sobre Mídia Programática? siga o Eduardo Sani nas redes sociais.

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Cases de sucesso por Anna Santana

Noite de grandes emoções…

Diariamente nos deparamos com músicas que em suas letras promovem, incitam, encorajavam e não menos importante: naturalizam a agressão contra a mulher. Isso faz com que as pessoas que ouvem esse tipo de música pensem “Ah, mas é só uma música, não é de verdade, não é realidade”. Mas se lermos as notícias, frequentemente nos deparamos com manchetes de feminicídio e isso é tão preocupante, mas, mais ainda se pensarmos que um jornal é diário e que sempre vamos ler alguma notícia sobre isso.
E essa foi uma das pautas da noite de quarta-feira (15/05) dia em que recebemos Anna Santana, diretora de Marketing da FCB Brasil que nos trouxe cases de sucesso da agência. Um deles foi “Músicas de violência” ação feita para o Estadão em parceria com Disque Denúncia que usa o Shazam para mostrar a cruel realidade de mulheres que sofreram algum tipo de violência.
Foi realizado da seguinte forma: toda vez que alguém pesquisasse alguma música no Shazam que tivesse letra que promovesse, incitasse ou naturalizasse a agressão contra a mulher, o aplicativo reproduzia um relato de uma mulher que sofreu aquele mesmo tipo de agressão. Após ouvir o relato, apenas 6% das pessoas fizeram o download da música. As outras? Foram direcionadas ao site do Disque-Denúncia para fazer uma doação ao invés de financiar esse tipo música.
E enfim, chegamos ao fato de que agressão não é entretenimento, é crime.
Ufa! Noite de grandes emoções… se você esteve presente sabe que foi uma grande noite, se não foi, com certeza bateu arrependimento hein…

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Diversidade e Inclusão: Já Estamos No Futuro?

Se por acaso ou por simples curiosidade você se encontrar pesquisando, um dia desses, sobre o cenário da propaganda lá por volta do século XX, é provável que acabe percebendo um padrão – padrão esse que será seguido por uma perpetuação de estereótipos arcaicos. Pessoas brancas, em sua maioria esmagadora homens, exibindo comportamentos machistas ou racistas e pouca, ou quase nula, representatividade real da sociedade brasileira como um todo.
Com o passar dos anos e, principalmente, a transição da mídia impressa para a digital, vivenciamos um verdadeiro boom de discussões sobre pautas, até então, obscuras, o que intermediou as necessidades, urgências e incômodos de minorias sociais e possibilitou que as grandes marcas pudessem melhor compreender seu público, absorver sua pluralidade e dar início ao processo (ainda que lento) de mudança dentro de suas campanhas e até mesmo suas equipes.
Esse fenômeno é absoluto, ou seja, ele não permite retrocesso, ao menos no que se trata da percepção pública, visto que, uma vez que esse público se cansa de não sentir-se representado e exige mudança, dificilmente ele voltará a aceitar padrões já ultrapassados. Skol, Netflix, O Boticário, Salon Line e Burguer King, para citar algumas, são exemplos de marcas que entenderam a importância de ter-se um posicionamento mais inclusivo e diverso, e manter-se fiel a esse discurso mesmo em tempos de tensão e censura “velada”.
Isso significa que os “dinossauros culturais” do século XX foram extintos? Bem, sim e não. Muita coisa mudou, foi reavaliada ou proibida de lá pra cá e isso é verdade mas, ainda assim, o caminho adiante é longo e árduo, afinal de contas a propaganda, em sua natureza imediata, está em transformação e precisa sempre de mais: mais rapidez, mais gente de todo tipo ocupando as empresas e agências, mais ideias inclusivas e inovadoras e enfim, em qualquer capacidade, apenas mais. Se amanhã seremos nós o passado da propaganda, pra que deixaríamos para aprender no futuro o que já começamos no presente?

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